Despindo o “Stripped”!

Me pediram pra falar sobre um álbum que me inspira até hoje, e eu decidi falar não só do que me inspira, mas dele, que até hoje (com certeza) inspira à muitos: Stripped.

Acho que nem a Christina Aguilera tinha noção do que ela estava preparando enquanto gravava esse álbum (2001). Falo isso porque, na altura de seu lançamento, conhecemos uma Aguilera MUITO mais ousada, atrevida, que não tinha medo de por a cara no sol e, dando jus ao título… Despida.

E sim, Xtina – como ficou conhecida e aclamada durante essa fase – se despiu de qualquer artifício e vomitou tudo o que sentia e que a deixava angustiada pra fora, mostrando que ela não era apenas mais uma loirinha bonitinha no mercado fonográfico.

Pra dar início ao trabalho de divulgação, ela rasgou as roupas e o verbo com “Dirrty” (Considerado um dos clipes mais sexy e sensual de todos os tempos!):

Depois da perversão, ela soltou uma crítica aos que não gostaram do clipe e atitude da mesma, e acabou lançando um dos hinos dos bonitinhos“Beautiful”:

Mas Aguilera não cansou, e mostrou que num álbum muito bem produzido, coube de tudo, e ela nos apresentou uma de suas músicas mais fortes: “Fighter”. Com uma pegada mais rock and roll ela mergulha de cabeça nas profundezas pra mostrar que tudo se transforma, e que nós somos capazes de mudar tudo o que nos causa desconforto. O clipe retratou isso de forma minuciosa e numa qualidade de dar inveja às novinhas de hoje em dia:

Quando a gente achava que ela começaria a virar gótica, eis que víamos uma Christina safadinha surgindo no meio da rua, com um short minúsculo, e ao lado da Lil’ Kim (com quem havia trabalhado na trilha de Moulin Rouge em “Lady Marmalade”) cantando a música “Can’t Hold Us Down”. Engana-se quem pensa que elas falaram de safadezas, as cantoras apresentaram um dos temas mais bem bolados do movimento “Girl Power” (poder feminino), o clipe fala pela música:

“The Voice Within” fechou o ciclo dos singles do álbum. Na baladinha, Aguilera fala sobre o amor próprio. Na importância de se acreditar em si mesmo quando mais ninguém parece se importar com a gente. No lindo clipe, a mesma deita numa cama iluminada, mostrando que ela conseguiu o que queria com o álbum: iluminar almas perdidas (risos).

Querem saber por que esse álbum é a bíblia da música? Aqui vão mais cinco motivos:

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Essa é a Christina Aguilera que conhecemos e merecemos!

Minha nota: 100/100

 

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