O primeiro disco de inéditas do Pentatonix

Eles são super famosos. O Pentatonix acumula mais de 1 bilhão de views de seus vídeos de covers no Youtube. E faz só quatro anos que eles apareceram e foram conquistando fãs em todos os lugares.

A carreira do grupo norte-americano sempre foi baseada justamente na sua interpretação a capella de grandes hits dos mais diferente estilos, mas faltava o álbum de inéditas. Eis que eles lançaram há poucos dias o álbum que barrou o novo trabalho da Demi Lovato na Billboard ocupando o #1 dos charts enquanto Demi ficou em #2 com uma margem de mais de 10 mil discos de diferença.

Na versão standard do disco são 13 faixas. Nas canções a principal característica do grupo é mantida: vocais super harmônicos, ensaiados beirando o perfeito. O que às vezes chega até a ser irritante. Sério. Ouve. É tudo tão redondinho que pode parecer mecânico demais.

A primeira metade do disco é melhor que a segunda. Apesar da segunda faixa ser melhor do que a faixa que abre o disco – Na Na Na – ela ainda parece estar no lugar errado. Can’t Sleep Love é muito parada e dá um pouco de preguiça, sono mesmo.

O single Sing deveria ser a faixa que abre o disco. Faixa divertida que ganhou um vídeo com a ajuda dos fãs e que traz o clima da música para as telas. Misbehavin’ é outra ótima faixa. Pop na veia. Talvez a melhor de todo o álbum. Mais uma prova de como são extremamente afinados.

O autointitulado álbum traz apenas uma participação especial, a do cantor Jason Derulo na faixa If I Ever Fall In Love. Nada demais e passa despercebida.

Faltou dizer para pular Light in the Hallway, Cracked e Rose Gold. Não tá perdendo nada. Vai me agradecer.

Como disse antes, gostei da primeira metade do disco. Estava super empolgado mas o álbum foi me frustrando e ficou chato. Muito repetitivo e começou a doer nos nervos!

Juro que eu tentei.

Nota: 60/100

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