Justin Bieber x One Direction

O canadense Justin Bieber, quando criança postou uns vídeos fazendo uns covers, no YouTube. Aos 15 anos assinava um contrato com a Island Records, gravadora de Usher.

E não demorou muito para que Justin virasse um fenômeno. Recordes de vendas visualizações no YouTube por exemplo foram consequências naturais, mais natural ainda foi uma legião de fãs ensandecidos que o moço conquistou.

É certo que sua vida pessoal e carreira enfrentaram problemas sérios, mas é inegável a evolução de sua carreira e imagem como cantor. Hoje ele é um nome importante para a música pop.

One Direction é uma banda formada no X Factor britânico, composta hoje por 4 membros (Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson e Niall Horan). Um verdadeiro fenômeno fonográfico.

A banda arrasta mundo a fora, por onde passa, uma legião fidelíssima de fãs. E os números também são surpreendentes: estima-se que em cinco anos de existência os meninos tenham vendido pouco mais de 35 milhões de cópias entre singles e álbuns.

Um número surpreendente, no mínimo!

Mas a intenção aqui na verdade é comparar os dois nomes: Justin Bieber e One Direction. Isso porque hoje chega ao mercado, oficialmente, os álbuns Purpose de Justin Bieber e o Made in The A.M. do One Direction.

Proposital ou coincidentemente, é curioso que dois nomes incrivelmente fortes decidam lançar seus trabalhos no mesmo dia. Isso como não haveria deixar de ser, gerou polêmicas, intrigas alimentadas pelas fã bases e comparações intermináveis.

Mas a situação é tão curiosa que não se pode ainda nem afirmar quem venderá mais cópias em sua primeira semana, por exemplo. Se tratando de singles, o canadense se sai na frente, por enquanto.

Pesa ainda na comparação o fato de que esse trabalho do One Direction é o “último” antes de uma pausa que os meninos farão em 2016.

Pode ser tudo uma estratégia de marketing? Provavelmente!
Visto que até o Wallmart se envolveu no meio da polêmica, levando as suas prateleiras uma semana antes, os lançamentos aqui comentados. Isso gerou até, quem diria, uma união entre as bases de fãs para derrubarem todo e qualquer link para download dos cds.

Quem se sairá melhor? Só esperando para saber.
Semana que vem poderíamos voltar no assunto com a resposta, com os fatos em si, com o resultado de toda essa situação. Mas provavelmente não iremos precisar disso.

É certo que para quem vender menos talvez seja uma marca negativa e definitiva na carreira (como foi com o rapper 50 Cent quando lançou um álbum no mesmo dia que Kanye West, perdendo pro rival), mas por outro lado talvez nem atrapalhe.

Justin Bieber é forte na América, enquanto seus ‘rivais’, um nome muito forte na Europa. É bem provável que casa um se mantenha soberanos em suas terras.

E bem, na semana seguinte também não seria necessário falarmos mais ainda sobre isso, já que na próxima sexta vem o temido 25 da Adele e não precisamos falar mais nada, não é mesmo?

 

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