10 Discos completando 10 anos em 2016

E como o tempo passa não é mesmo?

Volta e meia a gente vem com esse assunto aqui, mas não pra relembrar o quanto estamos ficando velhos rapidamente, mas sim para relembrar coisas boas que vivemos e ouvimos há algum tempo.

Hoje, relembraremos 10 discos que se tornaram verdadeiros clássicos! Discos que marcaram a cultura pop, se tornaram sucesso mundialmente e de alguma forma marcaram também a carreira desses artistas.

in my own words – ne-yo

Se hoje Ne-Yo é um conhecidíssimo cantor, ator, produtor musical e principalmente compositor, muito se deve ao fato do astro ter em seu currículo a música So Sick do disco In My Own Words de 2006.

O processo de gravação e finalização foi demasiadamente rápido, em pouco mais de um ano o disco chegava as lojas, estreando nos Estados Unidos, por exemplo, em primeiro lugar na Billboard 200 vendendo 301.000 cópias em seus primeiros sete dias de vendas, muito por causa do sucesso que So Sick, segundo single do disco, fazia pelos charts de lá.

Com o disco o cantor ainda foi indicado a dois Grammys – Melhor álbum de R&B contemporâneo e Melhor performance de R&B masculina com vocais com So Sick.

a girl like me – rihanna

Hoje ela é um dos maiores nomes da música pop, rainha nas redes sociais, nos serviços de streaming, um dos principais nomes na história da Billboard, por exemplo, e tantos outros feitos e títulos.

Uma boa parte desse sucesso estrondoso que Rihanna saboreia atualmente se dá de seu bem sucedido single SOS (que havia sido entregue à Christina Millian antes de chegar as mãos de Rihanna) e toda a boa fase que ela vivia em seu segundo disco, A Girl Like Me.

O processo de gravação se iniciou pouquíssimo tempo depois que Music Of The Sun, seu primeiro disco, havia sido lançado. As gravações que se deram em vários estúdios ocorreram enquanto a barbadiana promovia seu primeiro disco. Lançado em abril, debutou em quinto na Billboard 200 e ainda rendeu 4 singles.

stadium arcadium – red hot chili peppers

E não é só de novatos se faziam a música de 2006, de veteranos também. Naquele ano chevaga as lojas o nono disco dos californianos do Red Hot Chili Peppers, o Stadium Arcadium, que tinha como carro-chefe o mega hit Dani California.

O disco primeiramente, havia sido projetado pra ser lançado em três volumes, lançando um à cada 6 meses, porém durante o processo foi definido que o projeto se tornaria um disco duplo, com 28 faixas ao todo, separado pelos títulos Jupiter Mars.

O álbum foi indicado à 7 categorias do Grammy, incluindo Álbum do Ano, levando quatro delas (Melhor performance em dupla ou grupo e Melhor canção de rock para Dani California e Melhor álbum de rock e Melhor disco em edição especial). Estima-se que o disco já tenha vendido algo em torno de 13 milhões de cópias ao redor do mundo.

loose – nelly furtado

Nelly Furtado já tinha provado seu talento, mostrado sua voz e a que veio, então chegava a hora de uma repaginada, de uma certa mudança de como as coisas andavam na sua carreira.

Ela então se juntava aos mega-produtores Timbaland Danja e juntos criaram, produziram e finalizaram um dos discos de maior sucesso em sua carreira, o Loose. Do disco mega hits foram extraídos, Promiscuous Say It Right se tornaram grandes clássicos da música pop.

O álbum estreou em primeiro lugar na Billboard 200 e ainda rendeu à Nelly uma indicação ao Grammy.

back to basics – christina aguilera

A já veterana Christina Aguilera tem boas lembranças do disco Back To Basics. Com ele foi a última vez que figurou no topo da Billboard 200 e em charts de mais 14 países, com os singles também experimentava pela última vez o gostinho de tê-los tocando massivamente nas rádios.

Também pudera, o disco daquele ano se tornava um dos trabalhos mais primorosos de 2006 e o mais conceituado e melhor finalizado da estrela pop. Ali ela provava de uma vez por todas seu potencial como estrela, como compositora, como uma artista completa.

Completamente inspirada pela música dos anos 20,30 e 40, Xtina tinha um perfeito desempenho comercial e com a crítica. Era indicada a dois Grammys vencendo um, na Melhor performance pop feminina com vocais com a canção Ain’t No Other Man. E as performances daquela fase? ÉPICAS.

b’day – beyoncé

O mega sucesso comercial e com a crítica que Beyoncé obteve em seu primeiro disco solo, em 2003, depositava uma enxurrada de expectativas em seus próximos passos.

Naquele ano ela protagonizava o ótimo filme Dreamgirls, ao lado da hoje estrela, Jennifer Hudson (que vencia o Oscar de melhor atriz coadjuvante), como ela disse inúmeras vezes, teve de se ‘conter’ artisticamente durante toda a gravação do filme, quando terminou decidiu liberar toda a energia contida em um novo disco.

A gravação e finalização do disco durou apenas duas semanas, sendo lançado no dia de seu aniversário (daí o nome). Como já mencionamos, as expectativas eram altas, porém o disco acabou decepcionando boa parte da crítica, mas ainda assim atingiu números impressionantes de vendas e seus singles foram bem sucedidos (Irreplaceable, escrita por Ne-Yo, ficou por 10 semanas no topo do Hot 100 da Billboard).

futuresex/lovesounds – justin timberlake

Outro que saía de um grupo de grande sucesso e precisava provar de seu talento também em seu segundo disco, era Justin Timberlake.

Com quase o mesmo time que Nelly Furtado produziu seu disco, Justin entrava em estúdio e por 8 meses escrevia cada canção, produzia e finalizava o trabalho. O sucesso comercial logo recompensava todo o trabalho e dedicação, o disco vendeu em torno de 14 milhões de cópias ao redor do mundo, dele foi extraído 6 singles até o fim do ano seguinte, que juntos ainda renderam 4 prêmios Grammy.

O sucesso com a crítica e público também foi enorme, rendendo uma turnê mundial e ainda firmou o nome do cantor no cenário pop.

the open door – evanescence

Após o sucesso estrondoso do primeiro disco, em 2003 com Fallen, grande e imensurável eram as expectativas para seu segundo trabalho.

Em The Open DoorAmy Lee se reunia novamente com seus companheiros de banda, escrevia cada canção e ainda participava da produção das mesmas. O lançamento ainda teve que ser adiado por conta do que a banda passou: o avc sofrido pelo guitarrista Terry Balsamo, a perda de seu antigo empresário e ainda a saída de um outro guitarrista, Ben Moody.

Apostando ainda mais na obscuridade e muito mais íntimo que o primeiro disco, em The Open Door eles optavam por sonoridades mais pesadas e maduras.

back to black – amy winehouse

Ela nos deixou precocemente, de repente e de forma inaceitável, mas deixava uma obra que entraria pra história.

Amy Winehouse já vinha de uma vida bastante conturbada e cheia de polêmicas, inclusive o processo de gravação do disco precisou ser interrompido por pouco mais de três meses. Ela tinha como fonte a Soul Music dos anos 60 e unia ao R&B contemporâneo, uma forma de gravar músicas que logo viraria moda e seria bastante copiada. Nas letras sua convivência com vícios, problemas pessoais e decepções amorosas.

O disco Back To Black teve a assinatura de Mark Ronson, fazia de Amy uma das mulheres recordistas no Grammy, vencendo 5 gramofones de uma vez em 2008 e foi tido como o disco mais vendido no século XXI na Europa. O sucesso estrondoso também se estendia aos seus singles, Rehab, Back To Black e You Know I’m No Good se tornaram clássicos históricos.

the evolution – ciara

Assim como Christina Aguilera, Ciara também vivia em 2006 (mesmo que no fim daquele ano) a “última-ótima-fase” da carreira. Naquele ano ela também teria que provar de seu talento e até então bem sucedida carreira em um segundo disco.

Ciara: The Evolution foi muito bem idealizado e estruturado, com intercalações em que ela falava sobre a evolução de si mesma. Debutava em primeiro lugar entre os mais vendidos nos Estados Unidos, vendendo 338 000 cópias em seus primeiros sete dias. Obtendo ainda um mediano sucesso com os singles, como Promise, Like A Boy Get Up.

Ela ainda assinava a letra de cada canção do cd, entre os produtores estavam Polow Da DonThe NeptunesLil Jon e a própria Ciara.