As razões para ouvir Ctrl, primeiro disco da SZA

SZA Ctrl review

SZA é de longe um dos maiores destaques de 2017. Seu disco de estreia, Ctrl, já era esperado há meses até que, enfim, chegou às plataformas digitais e prateleiras. Não há o que dizer sobre, se não que o álbum é, no mínimo, muito bom.

Estamos aqui, diante de um dos maiores destaques do ano, quiçá um dos melhores discos de 2017. É muito provável que SZA e seu Ctrl figurem nas principais listas de fim de ano em lugares de destaque – isso se não ocupar uma das principais posições.

SZA, UM DOS DESTAQUES DE 2017! 

Ouvimos uma vez, duas, três, incontáveis vezes e temos a impressão que estamos diante de uma cantora com bastante experiência e carreira extensa, porém estamos ouvindo um primeiro disco de alguém.

SZA soube muitíssimo bem o que fazer em seu disco: aprendeu com os erros e acertos que trouxe de suas duas mixtapes (See.SZA.Run, de 2012 e S, lançado no ano seguinte) e conseguiu o feito de realizar um dos melhores discos que ouvimos esse ano. Ctrl consegue nos mostrar SZA em todo seu contexto e suas formas, sua versatilidade, sua voz potente que consegue ser suave em diversos pontos e principalmente qual era seu objetivo aqui.

Logo em Supermodel, a primeira faixa de Ctrl, SZA já nos mostra a que veio, cantando suavemente e em um ritmo mais lento, mas prometendo uma excelente experiência – a canção inclusive faz parte da trilha da série Insecure, da qual falamos aqui. Elatraz Travis Scott logo na segunda faixa, Love Galore e o badalado Kendrick Lamar na descontraída e desbocada Dove In The Wind

Chegando então ao primeiro single, Drew Barrymoreque tem um dos vídeos mais legais do ano e ainda traz um cameo da própria Drew Barrymore. E assim ela prossegue nas interessantíssimas e agradáveis Prom, The Weekend, Go Gina e a romântica Garden (Say It Like That).

Broke Clocks e Anything podem ser consideradas as músicas mais marcantes do disco: são elas que juntas mostram o quão versátil e ainda assim conciso é o Ctrl. Logo chegamos à intercalação Weavy que conta com os vocais de James Fauntleroy, outro grande destaque e uma das músicas mais legais contidas no Ctrl, uma pena ela ser tão curta. Normal GirlPretty Little Birds (com a participação de Isaiah Rashad) e a crua 20 Something encerram a tracklist de Ctrl.

CTRL, um dos melhores de 2017! 

O que você ouvirá em Ctrl, você não ouvirá em nenhum outro disco de 2017. O que tem aqui, não teve e duvido muito que terá em algum outro disco lançado esse ano. Ctrl é conceitual sem a pretensão de ser, pop sem a menor vontade de parecer, é conciso, versátil, diferente e muito empolgante. É de longe, com toda a certeza, um dos melhores discos do ano.

Ouça aqui e tire suas próprias conclusões:


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